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Archive for outubro \27\UTC 2008

Há alguns anos li um livro muito interessante sobre vegetarianismo: Ocultismo e Vegetarianismo da Annie Besant e do Leadbeater. Depois de lê-lo fui impelida a parar de comer qualquer tipo de carne, porém, observando a realidade percebi que seria muito difícil parar com tudo de uma vez só.

Já faz mais de 2 anos que não como carne vermelha. As dificuldades são muitas:

  • “Karina, vamos no churrasco da turma?” “Posso pagar menos ou pelo menos vai ter frango lá? É poque eu não como carne vermelha…”
  • Pode acontecer em aniversários também. Você chega lá morrendo de fome esperando uns salgadinhos gostosos e só encontra cachorro quente e salpicão (cheio de tirinhas minúsculas de presunto). O que dá pra fazer é se entupir do bolo do aniversariante… =x
  • Sempre tem aquela pessoa que te pergunta o porque de não comer carne. Se parasse por aí tudo bem, vc explica e o tema da conversa muda. Mas tem gente que começa a implicar, vem com teorias de que o homem é carnívoro por natureza, etc etc.

No livro O yoga da alimentação de Omraam Mikhaël Aïvanhov, o autor atenta para o fato de que nos alimentamos muito mal. Mal prestamos atenção nos sabores da comida e o que eles provocam em nós. Reparem: quando você coloca uma garfada na boca, já está pensando na próxima, e não aproveita quase nada do sabor do alimento, nem de sua energia vital. Comer pode ser uma atividade voltada para Deus, na qual Ele através dos alimentos fornecidos pela natureza, contribui para a manutenção dos seres na Face da Terra. Comer pode ser um momento sublime então, e o modo com que você o faz pode se refletir até em sua postura nas várias situações que enfrenta diariamente.

Pesquisando receitas vegetarianas na internet achei o site do Slow Food Brasil. Muito interessante! Não sabia que existia uma organização a favor de uma alimentação num ritmo mais lento e a favor da verdadeira degustação dos sabores. Vale a pena conferir! Vai ao encontro de tudo o que eu escrevi aqui nesse post.

Namastê!

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Sim.. é exatamente o sentimento do momento! 😉

Nancy Sinatra – These boots are made for walking

You keep saying you’ve got something for me
Something you call love, but confess
You’ve been messing where you shouldn’t have been messing
And now someone else is getting all your best

These boots are made for walking, and that’s just what they’ll do
One of these days these boots are gonna walk all over you

You keep lying when you oughta be truthing
and you keep losing when you oughta not bet
you keep saming when you oughta be changing
Now what’s right is right, but you ain’t been right yet

These boots are made for walking, and that’s just what they’ll do
One of these days these boots are gonna walk all over you

You keep playing where you couldn’t be playing
And you keep thinking that you’ll never get burnt. Ha!
I just found me a brand new box of matches, yeah
And what he knows you ain’t had time to learn.

Are you ready boots? Start walking!

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Ombra Mai Fu é uma ária de Händel que conta a história do imperador Xerxes. Deste, um ditador, só se espera brutalidade e intolerância, porém, ele se depara com a sombra de uma árvore e entre em um pleno estado de contemplação da natureza. Eis a letra:

Ombra mai fu (Nunca houve sombra)
di vegetabile (de uma árvore)
Cara ed amabile (tão querida, amável)
soave piú. (e suave.)

Estou trabalhando essa ária em minhas aulas de canto… e realmente me sinto encantada. A emoção que a letra conjugada com a melodia traz, é de êcstase profundo causado pela beleza e perfeição da natureza. Eu posso sentir o mesmo quando percebo as tonalidades de verde da vegetação em dias ensolarados… os dias quentes nos quais a brisa vem amigavelmente me envolver com um abraço…

Já vi dezenas de videos da música no youtube. Deixo para vocês um dos que mais me tocou pela suavidade da cantora:

Se não conseguir visualizar daqui do blog, eis o link:

Namastê!

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O amor

“Mas se, receosos, procurardes só a paz do amor e o prazer do amor,
Então é melhor que oculteis a vossa nudez e saiais do amor,
Para o mundo sem sentido onde rireis, mas não com todo o vosso riso, e
chorareis mas não com todas as vossas lágrimas.
O amor só se dá a si e não tira nada senão de si.
O amor não possui nem é possuído;
Pois o amor basta-se a si próprio.”

Gibran Khalil Gibran

Não use a palavra Amor em vão!

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Estava no site do G1 e vi que existe um blog do Paulo Coelho lá. Podem falar o que for dele, mas esse post foi muito interessante:

“Não deixe de prestar atenção nos detalhes de comportamento”, disse o mestre do chá, Okakura Kakuso.  “Procure aprimorar-se nas menores coisas que fizer, de modo a ser capaz de entender os outros”.

“Se não vejo meu próximo na sua totalidade, jamais serei capaz de compreendê-lo”, respondeu o discípulo.

“Você está completamente enganado. Confúcio disse: ‘nenhum homem sabe esconder nada’. Mas como descobrir o que as pessoas não querem mostrar? Quando ameaçado todo mundo procura mostrar-se mais forte e mais sábio do que realmente é. Em situações onde são obrigados a relaxar – como num simples convite para tomar chá – terminam mostrando sua natureza nos pequenos detalhes. Você conhecerá o seu próximo se permitir que ele esteja em paz ao seu lado”.

Boas reflexões!

Namastê!

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