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Archive for dezembro \19\UTC 2008

Gosto muito de ir a sebos procurar livros de Ocultismo. A maior parte desses livros já pararam de ser editados e impressos, o que dificulta muito o acesso. Um desses livros interessantes é o Yoga para a Mulher, de Chiang Sing (Edições de Ouro, 1979).

O livro é direcionado somente às mulheres dando especial atenção ao centro de gravidade da mulher, que se localiza em posição diferente do do homem. Para começar, a autora ensina o feminino do termo yogui: YOGUINE. Logo depois dá uma introdução à Yoga, que vale a pena transcrever:

“O deus Xiva estava um dia à beira mar a ensinar sua formosa esposa Parvati os sagrados princípios da Yoga.

Dissertava tão empolgado que não notou a presença de um homem disfaçado em forma de um pequeno peixe, que escutava atentamente a explicação do Rei dos Yogues. Terminada a lição, o peixe nadou mar adentro e, depois de muitos dias e noites, chegou às margens da ïndia, onde retomando a forma humana, começou a divulgar os maravilhosos ensinamentos yogues.”

Através desta linguagem simbólica vemos que a Yoga tem uma origem divina, Que não nasceu na Índia e que foi trazida por via marítma de algum continente desconhecido, quicá a Lemúria, em época remotíssima.

É importante enfatizar que tais estórias, assim como as parábolas bíblicas, são apenas simbolimos que escondem uma Verdade muito mais transcendental e inimaginável aos olhos dos leigos. Uma observação que faço em relação à estória apresentada: o homem toma a forma de um peixe. Peixe sim, pois é relacionado à Era de Piscis, justamente a que estamos deixando para trás agora. Estamos em plena transição de Kali-Yuga* (idade de Ferro, na qual todos os espíritos se encarnam na Terra com a última chance de salvação) para uma nova e brilhante Satya-Yuga (Idade de Ouro). Para a transição se completar, há que se separar o joio do trigo através de catástrofes naturais, entre outras fatalidades.

Daí pode-se entender que a grande Religião-Sabedoria, presente em todos os povos e na maioria das filosofias, nos leva a uma mesma direção: Teósofos, Maias, Eubiotas, Brahmanistas e até cristãos (Apocalipse) chegam num concenso aqui, que há uma transição na qual dentre os muitos chamados, poucos serão os eleitos.

*Mais sobre Yugas no Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Yuga

PAX!

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Estou lendo o livro The Fire Next Time em inglês, e com certeza me sinto revoltada com tudo que os negros americanos passaram e passam. Antes de falar um pouco do livro, é importante citar algo sobre o autor. James Baldwin foi o primeiro escritor americano a explicitar o pensamento dos negros em relação aos brancos. E o sentimento não é nada bom… Passar por tanta discriminação sem cultivar o mesmo mal, só que reverso (preconceito dos negros contra os brancos), deve ser muito difícil. Mas é algo que se faz necessário para haver paz!!!

Trazendo a discussão para o Brasil, temos preconceito “racial”? Temos! Mas não pode ser comparado com o explícito estadunidense. Se James Baldwin ainda vivesse para ver o dia da vitória de Obama, teria a certeza de que suas palavras impressas em tantos livros tiveram algum efeito, juntamente com a luta de outros grandes nomes como Luther King.

É engraçado como aqui em nosso país, mulatos tem a cara de pau de se dizerem brancos. Se sentem brancos quando não o são. Mas, afinal, quem é realmente branco no Brasil? NINGUÉM! Nós recriamos a divisão pela cor de pele aqui, embasada em nada! 99% dos brasileiros são resultado de pura miscigenação, uma das coisas mais belas que existe, porque demonstra a união e aceitação das diferenças puramente físicas de cada povo.

Ainda vai chegar o dia em que não haverá tons de pele muito distintos, seremos uma única raça carregando em nossos genes todas as culturas do mundo. E essa raça não vai ser branca nem negra. E quer saber? O tom que vai ter não importa porque quando chegarmos lá, cores serão meros detalhes perto do caráter de cada um.

Transcrevo aqui um pequeno fragmento do texto (tradução feita por mim):

“Eu estava friamente determinado – mais determinado do que na época eu poderia imaginar – nunca ficar em paz no gueto, e até morrer e ir para o inferno antes de deixar qualquer homem branco cuspir em mim, antes de aceitar meu “lugar” nessa república. Eu não pretendia permitir que as pessoas brancas me dissessem que eu era,  me limitarem daquele jeito e se livrarem de mim daquela forma. E ainda, claro, ao mesmo tempo, eu estava sendo definido, limitado e poderia ter sido descartado sem esforço algum.”

Para finalizar esse post, o primeiro e não o último sobre racismo, deixo a primeira parte do documentário Olhos Azuis para vocês. Esse video relata uma experiência na qual as pessoas brancas tem uma mínima noção do que é ser negro na sociedade americana, da discriminação e do grau de inferioridade imposto aos negros em cada dia de suas vidas.

Veja e tente ignorar:

PAX!

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Já imaginou uma orquestra online? Com músicos de todo o mundo via YouTube? Pode ir pegando seu instrumento e estudando a partitura que o chinês que produziu a trilha sonora do filme O Tigre e o Dragão fez especialmente para o projeto!

Isso é que é globalização produtiva! Não a globalização do capitalismo e sua cultura de consumismo, mas sim de cultura musical, essa que é Divina e Universal!

Estou curiosa para ver o resultado, e também pensando aqui qual linha de instrumento vou escolher pra fazer algo vocal… Deixo pra vocês o link pro canal do projeto no YouTube:

http://br.youtube.com/symphonybrasil

E para não deixar de indicar músicas para vocês, deixo também um vídeo da Cecília Bartoli… é uma mezzosoprano muito conhecida no mundo inteiro e algumas de suas marcas principais são a paixão pela famosa cantora do belcanto italiano Maria Malibran e suas expressões faciais digamos que… enfáticas!!! Vejam por si mesmos:

PAX!

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Eu estou meio hipnotizada pelo canto lírico… então aqui vai mais uma dica:

Clique AQUI para baixar do 4Shared!

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