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Archive for fevereiro \20\UTC 2009

Neste período, em uma das faculdades estou tendo uma matéria chamada empreendedorismo. Particularmente acho as considerações feitas, em geral um tanto redundantes… “Ser empreendedor é…”, “O empreendedor faz…”, etc.

Porém, em um dos textos me deparei com uma reflexão muto interessante, de ordem prática (é um exercício):

O exercício proposto é para que você com o uso de sua Imaginação crie o objetivo primário: (o resultado é pessoal e somente para  você).
Você está prestes a comparecer a um dos eventos mais importantes de sua vida. Esse evento acontecerá em um local suficientemente grande para acomodar todos os seus amigos, sua família, seus parceiros de negócios, toda e qualquer pessoa para quem você é importante e é importante para você. Você consegue visualizar o local? As paredes estão cobertas com tapeçarias douradas, a iluminação é à meia-luz, suave, produzindo um brilho quente nas faces de seus convidados em expectativa, as cadeiras deles são belamente estofadas com um tecido dourado, que combina com as tapeçarias.
Na frente da sala, há um palco e, nele, há uma mesa ricamente decorada, com velas queimando em cada uma das extremidades; sobre a mesa, ao centro, está o objeto da atenção de todos: uma caixa grande, brilhante e ornada. E na caixa está… Você! Você se vê deitado (a) na caixa, duro (a) como uma pedra.
Agora ouça:
Dos quatro cantos da sala ouve-se uma gravação de sua voz. Você consegue ouvir?  Você está se dirigindo a seus convidados e está contando a eles a história de sua vida.
Como você gostaria que essa história fosse? Esse é seu Objetivo Primário. O que gostaria de poder dizer sobre sua vida quando já for muito tarde para fazer algo para mudá-la? Este é seu Objetivo Primário. Se você tivesse que escrever um roteiro para a fita a ser tocada para aqueles que estão de luto em seu velório, como gostaria que fosse lido? Este é seu Objetivo Primário.
E, uma vez criado o roteiro, tudo o que você precisa fazer é torná-lo real, é começar a viver sua vida como se ela fosse importante, é levar a vida a sério, criá-la intencionalmente. Enfim, tornar sua vida, efetivamente, naquilo que você deseja. Simples? Sim? Fácil? Não.
Isso é essencial se você deseja que sua empresa tenha um significado além do trabalho. Se sua empresa se tornar parte integral dessa fita, se terá uma grande contribuição na realização de seu sonho, se sua empresa se tornará um componente significativo de seu Objetivo Primário, você tem de fazer com que ela própria saiba que Objetivo é esse!
E como espera fazer isso se você não sabe qual é? O Objetivo Primário é muito importante para o sucesso da empresa? Sem uma imagem clara de como deseja que sua vida seja como é que você pode começar a vivê-la? Como saber qual é o primeiro passo a ser dado? Como medir seu progresso? Como saber onde você estava? Como saber até que ponto já chegou? Como saber até aonde ainda deve ir?  Sem o Objetivo Primário, isso realmente não seria possível: seria quase impossível. (M. GERBER)

Aqui o escritor colocar em termos de criação de uma empresa. Bem, creio que o exercício tenha aplicação ao MOTIVO DE SE VIVER, mais do que na criação de uma firma. Pode ser religioso, humanístico, filosófico ou simplesmente material, o impotante é ter para si esse Objetivo Primário. Ele pode ser a propulsão para a realização de muitos sonhos e ideais. Sem ele, tudo fica sem sentido. Para quê trabalhar, casar, ter filhos? Para quê pagar impostos, ler jornais, reclamar da situação do país?

Então… qual é seu Objetivo Primário?

PAX e Bom Feriado! Que a luxúria não seja a base da diversão e sim a amizade, o bem estar e a celebração da vida em seus mais belos aspectos!

E Feliz Natal para alguns!

Karina

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Esse é um e-mail que recebi… Bem digno de um post!

O homem desceu na estação do metro de Washington DC vestindo jeans,
camisa e boné, encostou-se próximo da entrada, tirou o violino da
caixa e começou a tocar com entusiasmo para a multidão que por
ali passava, na hora de ponta matinal.
Durante os 45 minutos que tocou, foi praticamente ignorado pelos
passantes.
Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores
violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas num
instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3
milhões de dólares.
Alguns dias antes, Bell tinha tocado no Symphony Hall de Boston, onde
os melhores lugares custam 100 dólares.
A experiência, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar
ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando
no pescoço, indiferentes ao som do violino. A iniciativa, realizada
pelo jornal “The Washington Post”, era a de lançar um debate sobre valor,
contexto e arte.
A conclusão:
Só damos valor às coisas, nomeadamente à arte, quando são
contextualizadas.
Bell era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem
etiqueta. Somente uma mulher o reconheceu.. .
O vídeo da apresentação no metro está no You Tube:

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Mario Roso de Luna.. Grande Sábio! Vejam:

“Em artigo que escreveu para ‘El Liberal’, de Madri, transcrito, na época, em Dhârânâ, assim se expressava:

‘O messianismo foi sempre o achaque dos débeis, que esperam de um enviado a redenção que lhes há de vir de si mesmos. Prometeu, encadeado, espera por Epimeteu Libertador, na tragédia de Ésquilo. Os hebreus esperavam um rei. Na Idade Média esperou-se também pelo Cristo. E o Cristo que veio, foi na Renascença, na qual ARTE E CIÊNCIA SE EMANCIPARAM DO JUGO RELIGIOSO que as oprimia’.

E quando interpelado sobre o papel de Krishna, Buda, Jesus, etc. respondeu o seguinte:

‘Foram seres superiores que pregaram doutrinas eficazes para que os homens de sua época (como os de hoje, dizemos nós) se redimissem por si mesmos (“Faze por ti, que Eu te ajudarei”, repetimos nós). Nenhum deles fundou a religião confessional que se lhes atribui. Quem fundou todas elas foi o imperialismo psíquico de seus pretensos discípulos, que, escravos do inerte dogma que criavam, esqueceram que religião não é crença, mas, a dupla ligação de fraternidade entre os homens segundo sua etimologia latina (sim, do religo, religare ou religar, religião, tornar a ligar ou unir, etc)’ ”.

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